Em vésperas de recebermos o Papa, provavelmente o mais liberal e tolerante que já passou pelo Vaticano, no nosso país. A questão levantada a propósito da tolerância de ponto que o Governo concedeu para o dia 12, levantou muitas vozes em discordância com a mesma.

 Os argumentos são sempre os mesmos, a laicidade do Estado ou a injustiça perante os que trabalham no privado, pois não lhes é dada a mesma oportunidade e têm de ir trabalhar.

Desgastados argumentos, que se mostram incoerentes perante o calendário português e os feriados religiosos presentes no mesmo. Afinal, essa pesada influência religiosa sobre o Estado, passa por pôr termo a todos os feriados católicos, começando pelo Natal e a Páscoa, passando pelo dia de Todos os Santos ou a Assunção de Nossa Senhora e terminando mesmo com o infundado domingo cristão.

 Algum bom senso e lógica no que é criticado e aproveitem o tempo para disfrutar da inédita vitória de Portugal no Festival Eurovisão, desde a nossa primeira participação e, claro está, sensibilizem-se com a devoção presente em Fátima durante a presença do Papa Francisco.

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