O tema das Raríssimas, torna-se chocante não som porque tinha à sua frente alguém que por não saber lidar com o poder, abusou dele, não é caso único, mas o que é extraordinário são os nomes que aparecem de todas as nomeadas personagens que rodeavam a dita instituição.

Estavam ligados àquela IPSS vários nomes da política portuguesa do atual e anteriores governos, ligados aos vários órgãos, consultivos e directivos da dita instituição, o caso mais marcante será o do nome do atual ministro Vieira da Silva que por muito que tente disfarçar está obviamente envolvido e muito, em todo este processo. Estavam assim presentes na Raríssimas todo um aquartelamento de figuras ligadas ao regime e talvez por isso nunca se tenha efetuado uma inspeção real à instituição até ao lamentável ponto aqui chegado.

A maior desilusão é verificar que todas estas instituições que praticam um trabalho de valiosa ajuda ao Estado, que não consegue dar resposta a todas estas situações, é agora posto em causa, estas instituições são entregues e geridas por amigos, tios, primos e padrinhos de que faz parte das decisões nacionais e por isso nada se descobre.

O que competia aos órgãos fiscalizadores do Estado apurar, é descoberto pelo trabalho jornalístico e isso sim é o maior sentimento de insegurança que passa por todos os portugueses de que este país é um lamaçal.

Pode ser que seja a ponta de um enorme iceberg a ser descoberto ou então ficará, como tantos outras imundices por aqui mesmo.

 

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