Tem sido notícia constante nestas últimas semanas o tema das doações feitas pelos portugueses destinados à ajuda às vítimas dos incêndios. A ideia trazida para a praça pública de que largos milhões de euros tinham desaparecido foi lançada pelo PSD numa, fraca, tentativa política de responsabilizar o governo pela “má gestão” dos fundos solidários doados para os incêndios.

Saiu o tiro pela culatra à oposição pois, segundo o Governo, o Estado ficou com 1,9 milhões de euros desse fundo e é só esse o montante que se encontra sob a sua gestão, tudo o resto ficou à guarda da Caritas e da União das Misericórdias. Quando a oposição vem falar dos valores doados desaparecidos refere-se precisamente a estes valores que estão a ser geridos por estas duas instituições uma vez que os 1,9 milhões de euros, os valores anunciados e geridos pelo Governo, através do Revita, são os únicos tornados públicos.

Fica mal à oposição o aproveitamento político, mais uma vez, desta tragédia e principalmente porque se há algo a pôr em causa não é da parte do Estado e foi isso prontamente explicado pelo Governo.

Correu mal à oposição e que sirva para que não insistam neste mesmo tema como aproveitamento político, é mesquinho.

Já agora procurem saber o que foi feito do dinheiro doado pelos portugueses e que está nas mãos da Cáritas e da União das Misericórdias, será fácil para o PSD inquirir junto destas duas instituições o sucedido uma vez que, como é sabido, mantêm com os seus dirigentes boas relações.

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