O acordo sobre avaliação do ensino básico, passa pela promessa de diálogo com professores, famílias e membros da área educativa.

Depois da polémica que o fim dos exames de 4ºano trouxe ao sistema educativo, com a ideia ainda não confirmada pelo Ministério de Educação, que estes serão substituídos pelas “velhas” provas de aferição, surge nova discussão sobre os exames do 6º e 9º ano. Neste momento, a atenção do governo está centrada no sistema de avaliação para o ensino básico e segundo declarações do Secretário de Estado, o trabalho assenta em três premissas: as provas devem devolver informação às escolas, às famílias e aos alunos, promover a obtenção de dados sobre todo o currículo, e ter o objetivo de melhorar as aprendizagens.

O possível desaparecimento dos exames no final dos diferentes ciclos do ensino básico, 6º e 9º ano, foi discutido na passada quinta-feira, na Assembleia da República, tendo o secretário de Estado da Educação, João Costa, afirmado que este assunto passaria também pelo diálogo com professores e sindicatos, famílias e alunos e também com especialistas na área. Afirmou igualmente “Não faremos política educativa a partir de opinião”, como resposta às questões dos rankings das escolas, recentemente divulgados e trazidos a esta discussão pelo CDS-PP.

Tema desvalorizado por João Costa que os classificou como um instrumento, mas que “não são a verdade sobre as escolas”, opinião esta largamente contestada na bancada da esquerda.

Certezas sobre o que se irá suceder ainda não se tem, embora António Costa tenha no dia anterior a esta sessão parlamentar, afirmado que os exames do 6º e 9ºano seriam para manter.

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