Os agentes e subchefes estão agastados com o facto de não terem sido convidados para o jantar de gala dos 142º anos da sua Polícia Nacional, na Praia.

Entendem que todos deveriam estar unidos nesse dia para celebrar o aniversário da corporação que é de todos e pela qual suam a camisola e dão o melhor de si todos os dias, mesmo correndo risco da própria vida.

Questionam: “Como pode, no dia da Polícia Nacional, apenas os dirigentes e seus convidados, que nem sequer são da corporação, têm direito a festejar com pompa e circunstância e os agentes e subchefes ficam de fora? Sim, “quem anda no terreno atrás dos bandidos somos nós”, diz um sub-chefe full da vida, para quem, no fim das contas, houve um jantar de “galões” em que os “galinhos” não foram tidos nem achados.

Nem para rusga. Mas nem tudo foi mau, porque depois os filhos menores da PN (agentes e sub-chefes) tiveram um engodo – 800 escudos cada um, para irem “degobedjar” uma festa também para eles. “Talvez um prato de comida no Sucupira … Mais nada” sugere um sub-chefe que acha tudo isso uma grande falta de respeito . 

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