Vitória caseira (29-25) foi insuficiente para chegar à final da Challenge Cup, terminando assim a brilhante campanha europeia do Águas Santas.

A equipa do Águas Santas tinha pela frente uma difícil tarefa depois de ter perdido na primeira mão na Sérvia por oito golos de diferença. Só mesmo uma reviravolta histórica poderia manter intacto o sonho, mas no fim de contas a vitória suada não valeu o bilhete da final.

Começou melhor a equipa maiata, que soube ser organizada e defender com agressividade, ao mesmo tempo que mostrava grande eficácia no ataque. Destaque para os livres de 7 metros na primeira parte, todos eles concluídos com sucesso e sempre por Pedro Cruz. Depois de algumas oscilações na vantagem, ao intervalo o Águas Santas vencia por 15-11 e deixava em aberto a discussão da eliminatória.

IMG_5843Após o descanso, a equipa sérvia do Metaloplastika voltou com maior determinação e apostada em tirar partido do seu forte poderio físico. Os comandados de Paulo Faria precisavam de marcar mais golos e a opção foi defender alto, logo à entrada do meio campo, evitando ao máximo os remates à sua baliza e apostando no roubo rápido da bola. A cerca de 17 minutos do fim, houve uma explosão de alegria quando os maiatos atingiram os sete golos de diferença. Nessa altura, todos acreditavam ser possível a reviravolta na eliminatória, mas a falta de discernimento no ataque nos minutos finais e a experiência dos sérvios, deitaram por terra o sonho europeu. O Águas Santas começou a cometer erros técnicos e a não conseguir parar os possantes ataques sérvios, começando a ver reduzida a vantagem no marcador, terminando a partida uma vitória amarga por 29-25.

No final, a frustração era notória nos rostos do jogadores maiatos, em contraste com a festa feita pelos sérvios, com a certeza que passou não a melhor equipa mas a mais eficaz.

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