E se cheirar café ajudasse o nosso cérebro a “funcionar” melhor? Um estudo recente sugere que o aroma do café pode ajudar a melhorar o desempenho cerebral.

Um estudo recente do Instituto de Tecnologia Stevens, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, concluiu que cheirar café pode fazer com que o desempenho do cérebro seja melhor. Os cientistas explicam que, quando se cheira café, o cérebro reage de forma muito semelhante a quando se consome cafeína.

A equipa de especialistas realizou um teste a 100 alunos de economia, divididos em dois grupos. Foi dado um teste de álgebra com 10 perguntas a todos os participantes, no entanto, só um dos grupos sentiu o cheiro a café. Os resultados não deixam margem para dúvidas: os alunos que estiveram na sala com o cheiro a café tiveram melhores notas do que o outro grupo.

De acordo com a revista Visão, os investigadores levaram a cabo uma outra experiência, desta vez com mais de 200 pessoas. Os cientistas colocaram os participantes expostos ao cheiro do café, a um aroma floral e a um espaço sem odor específico e concluíram que o seu desempenho em tarefas que envolviam a mente aumenta consideravelmente no primeiro caso.

Antes da experiência, os investigadores perguntaram aos alunos se achavam que teriam melhores resultados depois de sentirem o cheiro do café, e a eles responderam que sim.

Isto levou os cientistas a suspeitar que as conclusões podem ser resultado de um efeito placebo, ou seja, as pessoas acham que o cheiro do café pode melhorar o seu desempenho cerebral, mesmo que não exista razão científica para que tal aconteça. A crença nas capacidades do aroma a café pode ser suficiente para que provoque, realmente, algum efeito.

Os cientistas explicam que, como o aroma do café é facilmente reconhecido e associado à cafeína – um estimulante cerebral que faz com que a nossa atenção aumente – o cérebro reage de forma semelhante a quando se consome cafeína.

Este estudo pode ser importante para ajudar vários profissionais a arranjar formas de melhorar o desempenho dos seus funcionários, ao utilizar aromas subtis no espaço de trabalho, por exemplo.

ZAP //

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