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 André Gil foi distinguido com uma menção honrosa, no âmbito da competição internacional do festival de cinema documental de Marselha com “’Como me apaixonei por Eva Ras”, tal como foi anunciado pela produtora C.R.I.M..

O FIDMarseille — Marseille’s International Film Festival é “um dos mais importantes festivais de cinema dedicados ao documentário”, segundo o Instituto do Cinema e do Audiovisual, da programação do certame, fazem parte cerca de “130 filmes” e os mais de 20 mil participantes do setor.

O documentário “Como me apaixonei por Eva Ras”foi filmado em Sarajevo, estreou dia 16,  no festival internacional de Marselha, sendo que resulta de uma parceria com a Bósnia – Herzegovina e da portuguesa C.R.I.M. Produções.

A obra de André Gil remonta à era jugoslava que através de figuras reais e imagens de filmes guardadas na memória de uma antiga atriz, conta a história do país.

Esta não é a primeira vez que as obras de André Gil Mata são distinguidas. Em 2012, recebeu o prémio de melhor filme do Motelx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, em 2013, o prémio de melhor filme de animação, nos Caminhos do Cinema Português, em 2014, e uma menção honrosa no Festival de Cinema da Fronteira.

A primeira longa-metragem de André Gil Mata, ‘Cativeiro’, foi distinguida no Doclisboa 2012, recebeu o prémio da DocAlliance, associação de festivais europeus de documentário, em 2013, e o prémio Novo Olhar, de melhor filme, no Festival de Cinema de Curitiba, no Brasil.

O FIDMarseille — Marseille’s International Film Festival é “um dos mais importantes festivais de cinema dedicados ao documentário”, segundo o Instituto do Cinema e do Audiovisual,  sendo que o prémio agora recebido para André Gil vem valorizar ainda mais a sua carreira.

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