Figura incontornável do futebol Português, o “Rei” Eusébio ficará para sempre marcado como uma figura histórica do nosso país, com ou sem Panteão Nacional…

 

Um jogador, um ídolo, um herói… é esta a imagem que fica para muitos daquele que foi um dos maiores jogadores da história do futebol português e a nível mundial.

O processo de trasladação do “Pantera Negra” para o Panteão Nacional fica decidido no dia 4 de fevereiro e será votado em consenso e a uma só voz por todos os deputados da Assembleia da República.

“Eusébio da Silva Ferreira, mais do que um futebolista de excepção, um dos melhores do mundo de sempre e um desportista com um palmares difícil de igualar, foi uma figura marcante do século XX português. Imediatamente reconhecido um qualquer parte do globo e ligado à imagem de Portugal, também pela sua personalidade, afabilidade e humildade ganhou um estatuto especial no coração dos portugueses e uma dimensão simbólica que fundamentam as Honras de Panteão que agora propomos.”

Além da sua singularidade como jogador, Eusébio é visto nomeadamente como um “Português dos Portugueses”, homem humilde, simples e generoso, aclamado de herói popular, que se torna num símbolo nacional e de grande honra para o país.

Num lugar destinado “a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços distintos prestados ao País”, é da expressa vontade dos deputados que seja também um lugar que receba pela primeira vez um jogador de futebol, que em tempos engrandeceu o nome de Portugal pelo seu mérito desportivo onde é impossível de comparar e difícil de igualar.

Mas toda esta vontade expressa pelos líderes parlamentares não é suficiente para que efectivamente se conclua a trasladação de Eusébio para o Panteão Nacional, dado ser um processo dispendioso e recheado de burocracias, sendo que a estimativa para a trasladação de Eusébio ronde os 50 mil euros.

Para que possa ocorrer este processo, será também necessária uma autorização legal para exumar o corpo com o consentimento da família, os despojos do morto terão de ser colocados numa urna especial e é necessário encomendar o sarcófago em mármore onde os mesmos serão colocados no Panteão bem como uma lápide com inscrições.

O protocolo do Estado prevê ainda as honras militares e a preparação do cerimonial de acordo com aquilo que é homenagear de forma excepcional e primorosa tamanha ilustre figura, para todo o sempre em Portugal.

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