São variadas as novidades reservadas já para o próximo ano letivo, Nuno Crato e a equipa do Ministério da Educação, garantem a diminuição do currículo, turmas menores e um investimento no desenvolver de “competências” em cada aluno.

Tiago Brandão Rodrigues, pretende promover um novo perfil de aluno, planeando para tal atribuir maior autonomia à escola para que estas possam alterar a forma como lecionam o currículo, ao mesmo tempo que pretende diminuir o número de aluno por turmas, assim como, reduzir ao “currículo” obrigatório.

Segundo declarações do mesmo em entrevista à Visão, no final do ano passado, afirmou “Temos em marcha um plano de trabalho para definição das aprendizagens essenciais, atacando o problema identificado de estarmos perante um currículo obeso, com tantos conteúdos que se torna inexequível”,

João Costa atual secretário de Estado da Educação, enfatizou que o que se pretende não é uma “ reforma curricular”, mas de gerir de modo diferente “o currículo para potenciar aprendizagens melhores”.

Efetivamente ainda não foi apresentado por parte do Ministério nenhum documento que regulamente as mudanças desejadas, no entanto, algumas medidas já são parcialmente conhecidas e pretendem dar resposta às excessivas censuras, que se têm multiplicado nos últimos anos especialmente as que decorrem de uma oposição ao modelo de ensino, que não tem acompanhado o desenvolvimento da sociedade.

O ministério pretende entre outras mudanças, já em setembro, iniciar pela definição das “aprendizagens essenciais” nas disciplinas do 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, centrando  os programas no “que é essencial que os alunos aprendam, para depois permitir uma melhor gestão do tempo e do trabalho” nas escolas, está prevista o regresso da Área Projeto e da Educação para a Cidadania, assim como a redistribuição tempos por disciplinas e a semestralização de algumas delas.

Pais e diretores de escola estão para já a acompanhar de forma positivas estas futuras mudanças. Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), encara os princípios “positivos”, pedindo apenas que “haja o maior consenso político possível, porque a estabilidade é muito importante para as escolas”. Também Jorge Ascensão, presidente da Confederação Nacional Das Associações De Pais (Confap), é de opinião de que se está a “trabalhar bem” e que as ideias “vão no sentido que temos dito”, e apelou a que haja um “maior envolvimento das famílias” nestas decisões.

iPG //

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