foto: Tim Evanson / Flickr

Há milhares de trotinetas em Lisboa. Se, por um lado, este meio de transporte é uma vantagem para a correria do dia-a-dia, por outro, surgem com ele problemas inerentes ao estacionamento. A possibilidade de deixar as trotinetas estacionadas em qualquer ponto da capital é uma mais-valia, mas também um grande problema.

Se esta é a única forma de permitir que os utilizadores percorram a cidade sem limites, abre também caminho a que haja trotinetas paradas em qualquer lugar. A conta de Instagram Deadscooter ilustra os casos mais insólitos.

A verdade é que deixar uma trotineta espalhada pelas ruas lisboetas é um obstáculo imprevisível e, por vezes, muito problemático no caminho de uma pessoa com mobilidade reduzida ou invisual.

No entanto, segundo a TSF, vai nascer na segunda-feira uma nova operadora que propõe uma abordagem diferente para resolver este problema. A partir do dia 1 de abril, a Bird vai pôr mais 250 trotinetas nas ruas de Lisboa, mas compromete-se a agir de forma proativa contra o estacionamento abusivo.

Desta forma, quatro funcionários da empresa vão ter como função exclusiva controlar a localização e o estado das trotinetas disponíveis na capital, rastreá-las em tempo real e reposicioná-las se estiverem mal estacionadas – são os Bird Watcher (observadores de pássaros).

As trotinetas serão recolhidas todas as noites para carregamento, manutenção e eventual reparação por uma equipa externa à empresa. No dia seguinte, estes meios de transporte aparecem em locais específicos – os chamados Nests (ninhos).

Entre Bird Watchers e a equipa que trabalha durante a noite, a Bird diz ter criado 11 empregos dedicados à gestão das trotinetas.

ZAP //

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