Equipas de resgate indonésias procuram por sobreviventes em aldeias queimadas e campos agrícolas destruídos depois de um vulcão ter entrado em erupção, expelindo nuvens de cinza e gás, matando sete pessoas e deixando outras com queimaduras severas.

Testemunhas descreveram o pânico das populações à medida que vagas de fumo e gás eram libertadas do Monte Sinabung, na ilha de Sumatra, no sábado.

As vagas, que atingiram temperaturas de 700ºC, queimaram habitações e cabeças de gado.

Agustatius Sitepu, chefe do exército em Karo, distrito onde o vulcão está situado, deparou-se com cenas de caos, com as equipas de resgate a lutar contra o tempo para encontrar sobreviventes.

“Os residentes que conseguiram sobreviver corriam em pânico, tentando salvar-se. Eram apenas algumas dezenas. Estavam aterrorizados. Estavam cobertos de cinza”, descreve à AFP.

As erupções foram tão violentas que localidades a 12 quilómetros de distância ficaram cobertas por uma espessa camada de cinza.

Os agricultores com terrenos na “zona vermelha” — uma área de quatro quilómetros em torno do Sinabung, declarada interdita pelas autoridades — foram os mais severamente afetados

Seis corpos foram encontrados no domingo, e outras três pessoas foram levadas para o hospital com queimaduras graves. Uma destas não resistiu aos ferimentos durante a noite, elevando o número de mortos para sete.

Agência Lusa

 

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