A Europol, polícia europeia que engloba as autoridades da UE, confirma a morte de jihadistas portugueses em combate pelo Estado Islâmico.

Segundo o relatório que regista as tendências da ação terrorista, em solo europeu – “European Union Terrorism Situation and Trend Report 2015″ – nacionais portugueses encontram-se entre os mortos que efetuaram atentados suicidas.

“Entre os combatentes de estados-membros europeus que foram mortos em combate na Síria ou no Iraque, quer contra tropas do regime, quer contra grupos rivais, crê-se que alguns protagonizaram ataques suicidas. Estes incluem indivíduos da Alemanha, da Holanda, do Reino Unido, de Portugal e França, utilizando mochilas de explosivos ou coletes, ou ainda carros-bomba”, escreve a Europol.

De acordo com o último balanço do semanário Expresso quatro jihadistas de origem ou de nacionalidade portuguesa tinham morrido na Síria e no Iraque: José Parente, Sandro Monteiro, Mikael Batista e Luís Almeida.

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