A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) classificou hoje a abertura do atual ano letivo como a mais confusa e atribulada deste século, só comparável com o que aconteceu em 2004.

Ainda assim, disse o secretário-geral da Fenprof em conferência de imprensa, este ano os problemas são maiores e mais diversificados, alguns deles que supostamente faziam parte do passado, como o atraso na colocação de professores, turmas com excesso de alunos ou falta de respeito por alunos com necessidades educativas especiais.

Ao longo de 60 minutos Mário Nogueira fez um balanço crítico do começo das aulas, porque, disse, falta pessoal não docente e professores, nomeadamente de educação especial, além de que a lei não está a ser cumprida, pelo que a FENPROF quer reunir-se com a Inspeção Geral da Educação e Ciência (IGEC).

Porque o que está estipulado é que cada turma não tenha mais do que dois alunos com necessidades educativas especiais e que essa turma não tenha mais de 20 alunos, o responsável deu exemplos que disse ocorrerem por todo o país onde tal não está a ser respeitado.

Lusa

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