A ‘Fontana di Trevi’, na capital de Itália, foi tingida esta sexta-feira de vermelho para recordar o sangue dos cristãos que foram mortos por ódio à fé, numa iniciativa da fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

“A violação do direito de liberdade religiosa deve tornar-se um tema central no debate público, para evitar o risco da indiferença e o perpetrar de uma intolerável agonia”, explica promotora do evento.

A iniciativa “inédita” pretendeu mobilizar a sociedade para a realidade da violação do direito de liberdade religiosa e dos cristãos perseguidos.

O presidente internacional da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre vai intervir na vigília e considera que dessa ação, de Roma, vai elevar-se “uma voz incómoda, profética”.

Para o cardeal Mauro Piacenza, é decisivo rezar e agir para que “os corações das pessoas se abram para enxugar as ‘lágrimas de Deus’ onde quer que ele chore” e convida a fazer “memória do sangue dos mártires cristãos, derramado por causa da violência dos homens e do pecado no mundo”.

A AIS vai dar voz “a histórias e testemunhos do martírio cristão” tingindo de vermelho o mármore da Fonte di Trevi, através de um feixe de luz.

A AIS italiana tem recebido o apoio de diversas entidades ligadas à Igreja Católica, como a Comunidade de Santo Egídio, o Movimento Comunhão e Libertação, o Movimento dos Focolares, ou órgãos de comunicação social católica como o jornal ‘Avvenire’ ou a ‘Catholic News Agency’.

A jornada de oração num dos mais visitados pontos turísticos de Roma, decorreu no dia 29 de Abril e foi transmitido em direto pelo canal de televisão da Conferência Episcopal Italiana, a “TV2000”.

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