A greve da Carris e Metro de Lisboa anunciada para o próximo dia 15 de julho, foi desconvocada pelos sindicatos da UGT, da CGTP e organizações independentes, estando estes a preparar uma nova ação para o mês de agosto.

O motivo para a contestação parece estar nos processos de subconcessões das empresas do setor  dos transportes, determinados pelo Governo. A data de 15 de julho havia sido escolhida, exatamente por ser o dia apontado para a assinatura dos contratos das subconcessões da Carris e do Metropolitano.

Convocada a greve pela Fectrans, Sitra, ASPTC e pelo Sindicato Nacional de Maquinistas, adivinhava-se um dia complicado para os utilizadores da Carris e do Metro de Lisboa, no entanto, esta não se irá realizar, pelo menos a 15 de julho.

À Lusa, Sérgio Monte, dirigente do Sitra informou que a suspensão da mesma se deve à “falta de consenso” no Metro, ao contrário do que aconteceu na Carris, mas também por se “estar a trabalhar numa greve que envolva o maior número de empresas” do setor.

A suspensão surgiu após uma reunião que ocorreu entre todos os sindicatos dos transportes, que acordaram convocar uma greve a nível nacional, encontrando nesta uma resposta com maior impacto, para demonstra o descontentamento.

Assim e em oposição à greve desconvocada os sindicatos da UGT, da CGTP e organizações independentes juntam-se à CP, à Refer, à Transtejo, à Soflusa e a outras empresas, projetando uma greve nacional que esperam que se revele memorável.

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