FC Porto foi incapaz de impedir nova derrota no Dragão, desta feita diante do Sporting por 1-3.

Este era um verdadeiro teste de fogo para a equipa de Jorge Jesus, primeiro porque não podia deixar o Benfica isolar-se na liderança e depois porque defrontava um FC Porto que tudo iria fazer para vencer e amenizar o mau ambiente que mora para os lados do Dragão.

Os Leões entraram mais fortes na partida, com domínio total e exercendo pressão alta na saída de bola portista, ainda assim foram os portistas os primeiros a estarem perto do golo, quando aos 6  minutos Herrera enviou a bola ao poste. Este lance parecia querer indiciar que o jogo seria repartido e equilibrado, mas na verdade o que se acabou por assistir no relvado foi sempre mais Sporting e um FC Porto amorfo de ideias. Aos 23 minutos Slimani abriu o activo, o que acabou por trazer serenidade à equipa leonina e colocou os azuis-e-brancos debaixo de grande pressão. Sempre por cima no jogo, o Sporting esteve perto de aumentar a vantagem mas foi o FC Porto contra a corrente do jogo que chegou ao empate: Brahimi cai na área do Sporting depois de uma disputa de bola com Coates e após um período de hesitação Artur Soares Dias assinalou, mal, uma grande penalidade. Herrera aproveitou e igualou a partida, voltando a dar esperança aos adeptos, contudo sobre o cair do pano do primeiro tempo, Slimani voltou a fazer “estragos” na defesa azul-e-branca e com um “bis” voltou a colocar o Sporting em vantagem.

Artur Soares Dias esteve mal ao assinalar grande penalidade neste lançe entre Coates e Brahimi
Artur Soares Dias esteve mal ao assinalar grande penalidade neste lançe entre Coates e Brahimi

Entrega dos jogadores do FC Porto não conseguiu disfarçar as lacunas do jogo colectivo

O descanso do intervalo fez muito bem aos Dragões que entraram no segundo tempo determinados em discutir o resultado. Ainda não estavam cumpridos 10 minutos da etapa complementar e o FC Porto já contabilizava duas boas ocasiões para marcar, primeiro por Maxi e depois por Sérgio Oliveira que acertou na barra, após a marcação de um livre direto frontal. O FC Porto não marcou e desanimou, ao mesmo tempo que leões João Mário, Ruiz e Adrien sobressaiam e preenchiam todo o meio-campo, não dando espaço de manobra aos portistas. Ao longo do segundo tempo foi notória a falta de argumentos da equipa portista, quer a nível individual, quer a nível colectivo, este FC Porto está a anos-luz do Sporting e do Benfica, os seus rivais de sempre.

Aos 85 minutos o recém-entrado Bruno César acabaria por fechar a contagem (1-3), através de um remate forte na área com Casillas a ser mal batido.

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