Mariana Mortágua, que acompanhou a arruda da candidata do BE, em Cedofeita, na cidade do Porto falou pela primeira vez sobre a versão do orçamento de estado (OE) enviada ao Parlamento, deixando claro que o partido não permitirá “que em nome de qualquer subserviência a Bruxelas o Governo quebre os compromissos que fez com eleitores e o Bloco”.

No final da campanha de Marisa Matias, a deputada Marina Mortágua referiu-se à proposta de orçamento de estado que chegou ao parlamento, louvando o facto de esta ser a primeira vez que este foi enviado aos deputados antes de seguir para Bruxelas.

Segundo a deputada do BE o OE protege as linhas gerais do acordo negociado entre o partido e a esquerda, no entanto, salvaguarda a sua posição dizendo que prefere esperar pela versão final para o comentar mais em pormenor. Nomeadamente porque a questão do aumento dos impostos de selo, sobre o tabaco e sobre os combustíveis, anunciados pelo Governo, “não estão quantificados” no rascunho, e por isso prefere aguardar para “ver a sua configuração na versão final do OE”.

Esta primeira versão inclui a reposição de salários e as prestações socias, e outros aspetos que foram assumidos pelo governo como promessas, assim e segunda afirmações de Mariana “Este draft é o arranque esperado que respeita os compromissos que foram feitos”,

Apesar disso o BE e segundo a deputada não deixará “que em nome de qualquer subserviência a Bruxelas o Governo quebre os compromissos que fez com eleitores e o Bloco”.

Terminou as suas declarações com um “recado”, afirmando que “Está na altura de o Governo, respeitar os compromissos externos” e “respeitar os compromissos internos”.

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