Marisa Matias terminou o seu último dia de campanha na cidade de Coimbra, mas não sem antes realizar a já tradicional arruada dos candidatos, pelas ruas de Porto, onde foi muito bem recebida pela população.

Numa semana marcada pela polémica, que envolveu Maria de Belém, relativa às pensões vitalícias, a campanha de Marisa Matias ganhou outro fôlego nos últimos dias, que prometem ser decisivos para os resultados finais.

Esta semana, Francisco Louçã que acompanhou a passagem de Marisa por Famalicão, reforçou esta mesma ideia ao afirmar que a candidata “terá mais votos do que Maria de Belém pela força dos socialistas que são a favor da responsabilidade e pela força daqueles que acham que é preciso virar a página para defender, como ela faz, a justiça”.

Contra o tribunal constitucional na medida tomada relativamente às subvenções a deputados e defendo a injustiça das baixas reformas de quem leva uma vida a trabalhar, a candidata do BE viu crescer o apoio, em especial no feminino, à sua candidatura, conquistando o seu lugar no contacto com a população junto da qual foi recebida com um crescente afeto, evidente ao longo da sua campanha.

“Marcelo saí da frente, Marisa a Presidente”, entoavam os apoiantes

João Semedo parece apontar para o pódio das Presidenciais
João Semedo parece apontar para o pódio das Presidenciais

A arruda em Cedofeita, no Porto, foi exemplo disso, apesar de não esperar por Marisa uma grande multidão, possivelmente devido ao estado do tempo, multiplicaram-se os atos de afeto e respeito por esta campanha no feminino, que foi muito bem aceite pelos portuenses.

Acompanhada pelos “pesos pesados” Mariana Mortágua e Catarina Martins, Marisa Matias apelou à mobilização da população no próximo dia 24, afirmando “que é preciso que toda agente se possa mobilizar e que saia de casa no domingo para que estas eleições não sejam o regresso ao passado e sejam a continuação deste caminho que ainda agora começamos”.

Convicta de que será a grande surpresa das presidenciais, devido ao que foi escutando nas suas ações de rua, a candidata espera chegar à segunda volta das eleições, sempre com as “bandeiras” que marcaram esta sua candidatura: a constituição e a defesa dos direitos da população.

Chegar ao terceiro lugar do “pódio” destas eleições, parece ser o desfecho mais esperado pela candidata e pelo partido, um dos objetivos a que aliás se propôs no momento em que decidiu avançar com esta candidatura.

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