Em Portugal, a cada ano surgem 1000 novos casos de cancro de pele, mais 200 casos do que o valor apurado em 2013. Este aumento preocupa a classe médica que alerta para a importância do diagnóstico precoce.

No passado dia 20 de maio, comemorou-se o Dia Europeu da Luta contra o melanoma, o cancro de pele mais grave que pode mesmo matar, com um alerta que se estendeu por 30 países.

Em Portugal dos 12 mil de casos de tumores malignos descobertos, cerca de 1000 são melanoma, um número que tem vindo a aumentar.

Para sinalizar este dia e alertar as populações para a necessidade de um diagnostico precoce, cerca de 40 serviços de dermatologias em todo o país realizaram rastreios, incidindo sobre os grupos etários mais jovens, uma vez que são estes os menos informados e também os que mais estão expostos ao sol deforma menos consciente.

Para além deste público-alvo, este rastreio dirigiu-se ainda a pessoas consideradas de risco, com pele muito clara, com sinais suspeitos, com antecedentes de cancro na família, pessoas que no passado sofreram escaldões ou que tenham profissões que os obrigam a exposição solar prolongada.

Para além do rasteiro foram ainda desenvolvidas campanhas de sensibilização, numa parceria entre a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) e as autarquias.

Segundo o secretário-geral da APCC, Osvaldo Correia, os cancros de pele têm tendência a aumentar de forma contínua, podendo ainda este ano ultrapassar os 12 mil novos cancros de pele e mil novos casos de melanoma. A palavra-chave quando se fala de cancro de pele é prevenção.

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