Sobre o Orçamento de Estado para 2019 e, depois de muitas explicações por parte de vários especialistas, fica no essencial a ideia de que vamos continuar a pagar demasiados impostos. A dita “folga” que o Primeiro -Ministro promete no novo orçamento existirá se não se comprarem carros, tabaco, bebidas alcoólicas ou com açúcar, se não ficarmos doentes ou com problemas na justiça, se não precisarmos de andar em transportes públicos, se, se, se, ….!

Este orçamento recorre aos chamados impostos indiretos e serão, mais uma vez, as famílias e a chamada classe média que irão suportar este aumento de impostos.

Na realidade irão continuar na mesma os chamados ajustes diretos com as parcerias público-privadas, com os resgastes dos bancos e todos os grandes contratos ruinosos deste país.

Não há nada de novo neste orçamento, pode o primeiro ministro vir dizer o que quiser porque o que, no fundo, não se irá sentir nenhum alívio fiscal, pelo menos ninguém acredita que assim será. Talvez o Bloco de Esquerda e o PCP acreditem, em troca de umas migalhas orçamentais.

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