Miguel Sousa Tavares considerou normal que o Presidente da República tenha pedido à Procuradoria Geral da República para abrir um inquérito às suas declarações, nas quais chamou “palhaço” ao chefe de Estado e admitiu ter sido “excessivo”.

Em declarações à agência Lusa, o escritor e cronista, que esta sexta-feira deu uma entrevista ao Jornal de Negócios sob o título “Beppe Grillo? Nós já temos um palhaço. Chama-se Cavaco Silva admitiu ter sido “excessivo” nas palavras.

Embora tenha referido que o político Cavaco Silva não lhe merece qualquer respeito, sublinhou que o mesmo não acontece em relação ao chefe de Estado.

A Procuradoria Geral da República abriu um inquérito a Miguel Sousa Tavares na sequência da sua entrevista  ao Jornal de Negócios por serem suscetíveis de configurar um crime de ofensa à honra do Presidente da República, punível numa pena em até 3 anos.

LUSA

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