A manifestação contra a privatização dos hospitais em Madrid começou domingo às 13:00 na Praça de Cibeles, que serviu de ponto de encontro para milhares de manifestantes, que se dirigem agora para a Porta do Sol.

A 12.ª ‘maré branca’, mais numerosa do que as anteriores manifestações, foi convocada sob o tema ‘Há motivos para continuar a lutar’ e dirige-se para a Porta do Sol, recolhendo mais manifestantes à medida que vai avançando.

O porta-voz das associações organizadores, um médico no hospital Ramón y Cajal, assegurou que os protestos vão continuar, considerando que “há muito para fazer e muito para parar” e acrescentando que os centros de saúde estão “em claro perigo de ser privatizados”.

A marcha desta tarde acontece depois de o presidente do Tribunal Superior de Justiça de Madrid ter reunido num só processo todos os recursos contra a privatização de seis hospitais, que tem contado com a oposição dos médicos.

A anterior ‘maré branca’ desfilou pelo centro da capital a 22 de setembro e, tal como sucede hoje, também fui mais numerosa do que as anteriores, animada pela suspensão cautelar do processo de privatização dos hospitais madrilenos que o Tribunal havia definido onze dias antes do protesto.

Lusa

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