Na Holanda, as escolas de condução podem aceitar sexo como pagamento de aulas de condução, desde que o negócio seja proposto pela escola e não pelo aluno e estejam envolvidas pessoas com mais de 18 anos.

Quem o diz são dois ministros do governo holandês, da Justiça e dos Transportes, em resposta à acusação feita pela Oposição de que se trata de “prostituição ilegal”. Os dois ministros entendem que oferecer aulas a troco de sexo não é prostituição porque não implica a venda de sexo. Contudo, oferecer sexo a troco de aulas já seria uma ofensa. Em todo o caso, entendem que a prática não é desejável, noticiou o Jornal de Notícias.

A posição do governo holandês vem beneficiar todos os (sobretudo homens) técnicos de informática, trolhas ou professores de condução que usam a Internet para oferecer os seus serviços a troco de favores pessoais. O fenómeno já levou a polícia de Roterdão a investigar os “negócios de sexo”, em 2014, mas as conclusões ainda não foram divulgadas.

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