Pelo menos 127 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas na noite desta sexta-feira em vários ataques coordenados em Paris. A Europa já não vivia uma situação tão grave desde 2009.

As primeiras notícias surgiram dando conta de várias explosões perto do Estádio de França, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções francesa e alemã, e de um ataque com arma de fogo num restaurante. Rapidamente se percebeu que Paris se encontrava a ser alvo de um atentado terrorista, face aos múltiplos ataques registados em simultâneo em sete pontos diferentes da cidade: Estádio de França, na Gare Du Nord, no restaurante Petit Cambodge, no bar Le Carrilon, no Bataclan Concert Hall, no Belle Equipe Bar, em Les Halle.

O local com mais vítimas mortais foi o Bataclan, uma sala de espectáculos invadida por um número ainda desconhecidos de atiradores gritando em árabe “Alá é grande” e disparando sobre os cerca de 1.500 espectadores que assistiam a um concerto da banda americana de rock Eagles of Death Metal. A polícia impediu que a tragédia fosse maior ao conseguir assaltar com sucesso o local e abater os três terroristas que se encontravam no seu interior.

O Presidente francês, François Hollande, que se encontrava no Estádio de França a acompanhar a partida de futebol, após ter sido retirado do estádio declarou o “estado de emergência” e determinou o encerramento de fronteiras. Na sequência dos atentados, o chefe de Estado francês decretou 3 dias de luto nacional.

O ataque já foi reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico.

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