A Câmara Municipal do Porto (CMP) está a instalar passadeiras com sinalização LED na cidade, estando já em funcionamento em 13 locais. À Avenida Fernão de Magalhães foi dada especial prioridade, uma vez que apresentava inúmeros de atropelamentos que, segundo apurou o iPressGlobal, “são particularmente preocupantes”.

A iniciativa — que se estende também a outras zonas da cidade –, representou, segundo fonte da CMP, “um investimento de 35 mil euros e o seu impacto está a ser monitorizado, com vista à sua eventual expansão”.

Para já, estão já instaladas passadeiras com sinalização LED nas seguintes artérias: Rua Alvares Cabral (2), Avenida Fernão de Magalhães, Rua Carlos Malheiro Dias, Rua Manuel Pereira da Silva, Rua Dr. Roberto Frias (2), Avenida da Boavista, Rua Augusto Lessa, Via do Castelo do Queijo, Rua do Campo Alegre e Rua da Arrábida.

Recorde-se, a este propósito, que os sinais LED são pequenas luzes com elevado grau de visibilidade que ficam embutidas no pavimento, assinalando a passagem de peões. Por outro lado, também a sinalização vertical tem vindo a receber soluções de alta visibilidade junto das passadeiras, como forma complementar de sinalização e aviso, acrescenta a mesma fonte.

Este projeto, segundo a mesma fonte, “faz parte da política de mobilidade da Câmara Municipal do Porto que tem vindo, progressivamente, a implementar, procurando defender o peão e desincentivar o uso do automóvel no centro da cidade, estimulando, por outro lado, a utilização do transporte público e do motociclo”.

Neste sentido assinalam-se medidas como a implementação do metropolitano 24 horas por dia aos fins de semana, a permissão para andar a pé, temporária ou definitiva, em algumas zonas, a autorização de circulação de motociclos e ciclomotores nas faixa BUS e a alteração de fluxos de trânsito, de que é emblemático o caso do Jardim do Carregal, onde os tempos de viagem de transporte público naquela zona caíram drasticamente desde as alterações promovidas pela Câmara Municipal do Porto.

Por fim refira-se que, segundo a Câmara Municipal do Porto, “todas estas medidas – e outras que têm vindo a ser implementadas – são sempre estudadas e monitorizadas, a fim de avaliar os seus impactos reais, o que pode levar à sua expansão ou ajuste”.

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