Uma unidade hoteleira de Chaves foi encerrada pelo delegado de saúde do Alto Tâmega e Barroso, pela segunda vez este ano,  devido à notificação de um caso de legionella associado a permanência neste hotel.

Em junho passado a unidade hoteleira havia sido encerrada devido a notificações de legionella associadas à estadia no espaço, sendo que nessa altura, a Direção-Geral de Saúde (DGS) explicou que os resultados das análises feitas ao hotel “identificaram Legionella pneumophila” depois de ter sido feita a colheita de água.

O Hotel Aqua Flaviae voltou a abrir portas a 24 de junho depois de contra-análises realizadas à água indicarem que não existe legionella nas instalações.

Esta semana e em comunicado enviado à agência Lusa, fonte da autoridade de saúde  explicou que, na sequência da notificação de um caso de “doença dos legionários” associado a permanência no Hotel Aqua Flaviae, em Chaves, a Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Alto Tâmega e Barroso realizou “o inquérito ambiental no referido Hotel e área circundante, procedendo à colheita de água da respetiva rede para a realização das análises de acordo com as normas em vigor”.

Os resultados analíticos obtidos na passada quinta-feira pelo Laboratório Regional de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Norte, identificaram “legionella pneumophila”, sendo que o delegado de Saúde do ACES Alto Tâmega e Barroso “desencadeou as medidas consideradas necessárias à minimização do risco, tendo-se procedido ao encerramento do referido hotel”.

A notícia já foi comentada pelo presidente da Câmara de Chaves, António Cabeleira,  que garantiu que este se trata de um “caso circunscrito” à unidade hoteleira e que “a água da rede de pública não apresenta qualquer perigo”.

iPG

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