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A nomeação pelo governo de uma administração para a Caixa Geral de Depósitos ao que parece teve a imposição, por parte dos novos gestores de isenção de apresentação ao Tribunal constitucional das declarações de património e rendimentos. O governo tentou alterar a lei para que essa pretensão fosse satisfeita, a dita lei não resultou e o novo gestor apresentou a sua demissão, sendo então nomeado novo gestor. Problema resolvido!

Não em Portugal! O anterior governo sempre à espera do “diabo” e, como este teima em não aparecer, exige a demissão do atual ministro das finanças acusando-o de ter mentido.

Numa altura em que o país apresenta o mais baixo défice de sempre, o crescimento económico está a subir e o desemprego a descer a preocupação da oposição é prolongar um tema que já está resolvido e cria assim um enredo de entretenimento porque pura e simplesmente não consegue arranjar nada melhor para acusar o governo.

Ser chamado de mentiroso por um anterior governo que não fez outra coisa senão mentir durante toda a legislatura, quem é que já não se lembra da saída “irrevogável” de Paulo Portas ou no caso dos Swaps de Maria Luís Albuquerque, no mínimo é bizarro.

Haja alguma contenção, não houve realmente nenhuma consequência na mentira de Mário Centeno, António Domingues foi à vida dele e a Caixa está finalmente a funcionar com uma nova administração.

É assim a política em Portugal, ou seja os “faits divers” encontrados pela oposição para desviar a atenção do que realmente importa; o crescimento económico acima de todas as previsões e os aplausos de Bruxelas e, isso sim é que é o “diabo” para a oposição.

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