Foto: Marlith / Wikimedia  //

Na próxima sexta-feira, serão debatidas na Assembleia da República as propostas do BE, PAN, PEV e PCP. O semáforo nutricional visa ajudar os portugueses na compra de alimentos menos nocivos para a saúde.

 Com o objetivo de ajudar as pessoas a escolherem os alimentos menos nocivos para a saúde, o Bloco de Esquerda e o PAN propõem que todos os alimentos embalados passem a ter um “semáforo nutricional”.

O semáforo assenta num código de cores sobre as quantidades de gordura, gordura saturada, açúcares e sal. Os produtos com menor quantidade de nutrientes nocivos para a saúde estariam sinalizados a verde, a vermelho apareceriam os que convém evitar por terem uma quantidade maior e a amarelo os que se deve consumir moderadamente.

Além do semáforo nutricional, o PAN recomenda também a adoção de um “semáforo carcinogénico“, para ajudar a identificar os alimentos que apresentem um risco acrescido de provocar doença oncológica, explica o Público.

Para o tornar possível, o PAN recorre à classificação da International Agency for Research on Cancer (IARC), que define vários alimentos como “carcinogénico”, “provavelmente carcinogénico” ou “possivelmente carcinogénico”.

Por sua vez, o PEV (Partido Ecologista Os Verdes) quer um esquema complementar à informação nutricional, de forma a facilitar os consumidores na hora de escolher os seus alimentos, que pode passar – ou não – pelo sistema com um código de três cores.

Já o PCP vai mais longe e quer que o Governo promova uma campanha nacional de promoção e valorização da dieta mediterrânica. Este e os outros três projetos dos quatro partidos serão discutidos na próxima sexta-feira na Assembleia da República.

Atualmente, os produtores e distribuidores têm sistemas de rotulagem diversos, o que acaba por dificultar as leituras e as comparações por parte da população portuguesa.

ZAP //

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