Luaty Beirão, foi acusado de alegadamente, preparar um atentado contra o presidente de Angola. Este músico é um dos 14 presos políticos, que se encontra preso a aguardar julgamento.

Ativista, contra os abusos do regime angolano, com Eduardo dos Santos no poder há 36 anos, Luaty encontra-se em greve de fome há mais de 30 dias.

A forma como o governo português tem olhado para este caso, é absolutamente indigna. Rui manchete, na qualidade de Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, mais não tem feito do que assobiar para o lado. A forma displicente como o governo português continua a olhar para os sucessivos crimes praticados pelo governo angolano, só nos torna cúmplices destas atrocidades cometidas por um Estado anti democrático, que pratica atos de violência humanitária.

A diplomacia portuguesa, na pessoa de Rui Manchete, diz que segue com “atenção” o caso. A verdade é que não basta acompanhar o caso, tem de se atuar e Portugal tem meios para isso, através dos fóruns próprios, onde Portugal tem assento, exigindo ação no plano diplomático ou mesmo económico, com prováveis boicotes a Angola.

É exigido ao governo português, que faça alguma coisa, e não é só por Luaty ser português, é a defesa dos interesses do povo angolano que estão em causa. Enquanto Portugal insistir em fechar os olhos a situações humanitárias que põem em causa o comportamento democrático, não pode ser visto como um país sério e íntegro.

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