foto: André Goerres / Flickr

A detenção foi consumada pela nova unidade especializada em combate ao cibercrime e criminalidade tecnológica UNC3T. Esta detenção representa o culminar das anteriores operações Caretos I e II que levaram à detenção de outros piratas informáticos.

A atividade da Polícia Judiciária no ano de 2016 constituiu 14 arguidos na Operação Caretos II, que estavam ligados a ‘hacktivismo’ que tinha como principal objetivo a penetração e violação de sistemas informáticos do Estado Português.

A principal vaga de ataques foi levada a cabo no dia 25 de abril de 2016. Os 31 arguidos iniciais resultantes da operação policial foram apenas sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

A operação Caretos I foi para a rua em fevereiro de 2015, com a PJ a deter oito pessoas com idades compreendidas entre os 17 e os 40 anos por atividades relacionadas com a pirataria informática por crimes de sabotagem informática, dano informático, acesso ilegítimo e acesso indevido a diversos sistemas informáticos do Estado e de empresas do setor privado.

Segundo declarações prestadas por fonte policial à agência Lusa, na altura, a principal vaga de buscas esteve relacionada com o site Tugaleaks.

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