A polícia brasileira confirmou que 30 presos foram degolados no massacre que aconteceu numa penitenciária do estado do Amazonas, na região norte do Brasil, no último domingo.

Ao todo, 56 presos morreram no motim do complexo penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Deste número, pelo menos 36 vítimas já foram identificadas. O Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC) informou que a identificação dos corpos ocorreu através de impressão digital, arcada dentária e de exames de ADN.

Além da identificação dos corpos, as autoridades brasileiras também se esforçam para recapturar presos que fugiram durante o motim.

Segundo informações da rede de televisão brasileira Globo, cerca de 100 homens ainda estão em fuga, embora haja divergências sobre o número de presos que escaparam.

As mortes ocorreram depois de um confronto entre a fação criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com sede em São Paulo, e a Família do Norte (FDN), que domina prisões do Estado do Amazonas.

Quando o massacre foi inicialmente divulgado, tinha sido já noticiado que durante a rebelião houve várias decapitações e alguns corpos foram queimados e mutilados, de acordo com a Ordem dos Advogados.

// Lusa

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