foto : Mário Cruz / Lusa

O primeiro disco que o hacker Rui Pinto – desde abril em prisão domiciliária sem acesso à internet – ajudou a Polícia Judiciária (PJ) a descodificar tem informação sobre o caso Luanda Leaks.

Segundo noticiou o Jornal de Notíciascitado pelo Observador esta segunda-feira, este é um dos 10 discos externos que as autoridades judiciárias portuguesas apreenderam na Hungria. A viver em prisão domiciliária em instalações da PJ, em Lisboa, depois de ser julgado, Rui Pinto deverá integrar um programa de proteção de testemunhas.

Apesar dessa documentação não poder ser utilizada diretamente em nenhum processo penal português, poderá ajudar a PJ e o Ministério Público a encontrar outras provas que possam ser usadas por via legal.

Em janeiro, Rui Pinto já tinha admitido ser a fonte do Luanda Leaks. Os seus advogados afirmavam que este pretendia “ajudar a entender operações complexas conduzidas com a cumplicidade de bancos e juristas que não só empobrecem o povo e o Estado de Angola, mas podem ter prejudicado seriamente os interesses de Portugal”.

ZAP //

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