O ministro da Educação apelidou hoje de “tempestade num copo de água” a questão do ensino do inglês no primeiro ciclo, “que nunca foi obrigatório” nessa fase de escolarização e cujo ensino passa para decisão das escolas.

“O inglês nunca foi obrigatório no primeiro ciclo, foi de oferta obrigatória nas atividades de enriquecimento curricular do primeiro ciclo, que não eram obrigatórias. Havia atividades que ofereciam inglês, neste momento essas atividades podem também oferecer o inglês, tal como no próprio currículo do primeiro ciclo pode estar englobado o inglês”, explicou Nuno Crato aos jornalistas.

Segundo o ministro é essa a mudança trazida por um decreto-lei por si assinado e que está a levantar polémica. O PS já pediu a presença de Nuno Crato no Parlamento para explicar “a decisão de acabar com a obrigatoriedade do inglês no primeiro ciclo”.

O ministro explicou que as escolas é que vão agora decidir se querem ou não continuar com o inglês e se lhe querem dar outro destaque. Há, disse, “um progresso”, porque se antes o inglês estava integrado em atividades de fim de tarde e não obrigatórias “agora pode ser integrado na oferta curricular”.

Lusa

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