Exercendo a sua atividade médica na clínica LIFE (Uma Vida), situada no Campo Grande, nº. 2, 1700-092 Lisboa, encontra-se o Dr. Santo Attinello,  único que, na Europa, utiliza uma forma sui generis de tratamento. Este médico nasceu no Canadá, descende de uma família Italiana, e lá casou com uma senhora portuguesa, da qual tem três filhos. Vive no nosso País há 14 anos, possuindo já a nacionalidade portuguesa.

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A filosofia desta clínica vai no sentido de que o bem-estar de uma pessoa passa por conseguir uma ausência de sintomas de doença, mas também e principalmente, pela prevenção de problemas sérios de saúde, pois o que se pretende é obter uma vida preenchida à base da felicidade, do sucesso e cheia de saúde e vitalidade!

Todos os elementos que compõem esta clínica se esforçam por conseguir que o utente veja aplicados todos aqueles princípios “filosóficos”! . Além do referido médico, exercem o tipo de medicina que à frente será descrita, os Drs. Robert Waegelin (proprietário), Timothy Sopp, ambos originários dos Estados Unidos, embora com dupla nacionalidade, a Drª. Bertina Tomé, psicóloga clínica há 28 anos (Macau, Moçambique e Portugal), atuando em áreas de comportamento desviante como o meio prisional, a toxicodependência e o alcoolismo ou, a outros níveis, como o individual, conjugal ou familiar. É diretora da revista “Mulher Criativa”. E a Drª. Renata Alves Viegas, licenciada em Ciências da Nutrição, com responsabilidade na avaliação nutricional dos pacientes, reeducando-os sob o ponto de vista alimentar (entre outras doenças, na diabetes).

Não teve este artigo outro fim que não seja o de dar a conhecer aos leitores que, como eu próprio, pertencem à chamada, não sei se apropriadamente, 3ª- Idade (qualquer dia haverá 4ª. ou mesmo 5ª.), que aqui encontrei o caminho para evitar uma operação à coluna, que estava iminente. Foi também como que um reconhecimento pela maneira simpática como por todos fui tratado, desde logo pelas senhoras assistentes, D. Ana Marques, D. Carla Martins e D. Marta Conceição.

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Em resultado de uma dor aguda na perna esquerda, dirigi-me ao Hospital dos Lusíadas e fui visto por um médico ortopedista que me submeteu a uma ressonância magnética. Ao verificar o resultado, dirigiu-me de imediato para os serviços de Neurocirurgia. Aí o médico, pacientemente, mostrou-me no computador a razão das dores (aperto do nervo ciático em razão de deslocação de vértebras) e o modo de isso remediar, através de cirurgia, que também simulou. Pedi-lhe então que me medicasse e protelasse o mais possível essa operação. Dado que as dores não desapareciam, apesar de aplicação de gel de vária natureza e injeções às dezenas, lembrei-me de consultar um amigo de Vila Real de Stº. António, que foi médico na Ucrânia mas, não lhe tendo sido dada a equivalência em Portugal, dedicou-se à quiroprática (método científico de tratar, como os antigos “endireitas” faziam, mas de maneira empírica).

As dores, em boa hora, desapareceram por completo, a tal ponto que decidi fazer uma viajem pela Europa, tendo percorrido mais de 7.000 kms (fui até à República Checa). Não senti qualquer desconforto em todo o percurso, nem mesmo na primeira semana depois do regresso. Porém e talvez devido às muitas horas ao volante, voltaram dores ainda mais intensas, mas na perna direita. Como o neurocirurgião me havia dito que, se isso acontecesse, “lhe batesse, de imediato à porta” (palavras textuais), assim fiz. Feliz ou infelizmente encontrava-se de férias até dia 9 de Setembro, tendo a minha consulta sido agendada para 11.

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Um amigo (talvez comum a muitos de vós), o Fernando Gama Pinto, aconselhou-me e acompanhou-me à clínica em apreço. Logo na primeira sessão senti melhoras consideráveis e, depois de fazer duas ou três sessões das 12 que me foram recomendadas pelo Dr. Attinelo, as dores completamente se dissiparam e espero e confio em Deus, que deste modo evitarei passar pelos riscos que qualquer cirurgia implica!

Agora resta-me descrever o método, inédito em toda a Europa, utilizado por aquele quiroprático (a palavra advém da atividade de Quiroprática, profissão que tem a ver com os tratamentos na coluna vertebral, entre muitos outros, Existindo em Portugal a APQ (Associação Portuguesa dos Quiropráticos), e não pretendendo a ela me substituir, afigura-se-me no entanto que não tem desenvolvido  suficientemente o seu papel de lobista já que, por esta altura, esta classe deveria estar equiparada aos médicos de Medicina Convencional, ou pelo menos possuir, à semelhança de enfermeiros, técnicos de contas e outras profissões, a sua própria Ordem. Começarei por dizer que estes profissionais frequentam a mesma universidade ou similar que forma os médicos da chamada Medicina Convencional, durante cinco ou seis anos, Para além dos estágios e outros cursos relacionados com a profissão. Ficam com um conhecimento do corpo humano no que respeita, principalmente, ao esqueleto, músculos, etc., mas tudo fazem para evitar as cirurgias. A tal ponto que muitos médicos se lhes dirigem na qualidade de pacientes!

Para não alongar demasiado este artigo, um destes dias debruçar-me-ei sobre a legislação portuguesa comparada com a que existe nos Estados Unidos ou Canadá.

Comecei por afirmar ser o Dr. Attinello o único na Europa que ao utilizar os métodos convencionais da quiroprática, aplica, em simultâneo, a acupunctura e um outro aparelho (Método Ativador),que consiste na aplicação de pressão intensa, sobre os pontos fulcrais, com um objeto pontiagudo, proporcionando um melhor trabalho de recuperação. O referido clínico frequentou nos Estados Unidos, com outros 50 colegas, este curso especial, sendo o único que veio para a Europa.

Independentemente de vir a descrever com mais pormenor os tratamentos a que fui submetido, desde já me coloco à disposição dos leitores interessados para, se assim entenderem, me contactarem através deste jornal, ou em privado, sobre quaisquer questões que este artigo vos possam ter suscitado.

Entretanto, fiquem bem!

Por Dominick George – iPressGlobal
dominick.george@ipressglobal.com

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