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O papa Francisco proclamou santa a madre Teresa de Calcutá, numa cerimónia este domingo na Praça de São Pedro, no Vaticano, que conta com a presença de milhares de pessoas.

“Declaramos a abençoada Teresa de Calcutá santa e vamos inscrevê-la entre os santos, decretando que ela seja venerada enquanto tal por toda a Igreja”, afirmou o papa Francisco, pronunciando a “fórmula de canonização”.

Como é habitual, Francisco utilizou a fórmula em latim para proclamar a santidade da religiosa quemorreu em Calcutá, na Índia, em 1997, e pedir que esta fosse inscrita nos livros dos santos da Igreja.

As cerimónias da canonização, decretada pelo papa Francisco a 15 de março, decorrem um dia antes do 19º aniversário da morte de madre Teresa.

À missa de canonização celebrada por Francisco vai assistir o brasileiro Marcilio Haddad Andrino, cuja “cura extraordinária e inexplicável” constituiu o segundo milagre que elevou madre Teresa aos altares.

A festa litúrgica da nova santa vai ser celebrada pela primeira vez na segunda-feira, dia da morte da fundadora da Ordem das Missionárias da Caridade, com uma nova missa na praça de São Pedro, sob a presidência do secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, a partir das 10h (9h em Lisboa).

Nascida a 26 de agosto de 1910 numa família albanesa em Skopje (Macedónia), Agnes Gonxha Bojaxhiu entrou aos 18 anos na ordem das irmãs de Nossa Senhora do Loreto em Dublin (Irlanda), onde tomou o nome de Teresa, em homenagem a santa Teresa de Lisieux.

No início de 1948, instalou-se num bairro de lata de Calcutá para tratar e ensinar.

Em 1979, o seu trabalho foi distinguido com o prémio Nobel da Paz. Madre Teresa morreu naquela cidade, em 1997, com 87 anos.

ZAP / Lusa

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