Depois da igualdade registada a dois golos ao fim dos 120 minutos, FC Porto e SC Braga decidiram a Taça de Portugal nas grandes penalidades, com os bracarenses a saírem vencedores.

No dia em que o SC Braga celebrava a conquista da sua primeira Taça de Portugal há 50 anos atrás, os “Guerreiros do Minho” regressaram a casa nova conquista! Por seu turno o FC Porto que via neste troféu a salvação de uma época negra, voltou a falhar. Em jogo jogado, os portistas foram superiores aos bracarenses durante toda a partida, mas a verdade é que mais uma vez a defesa azul-e-branca, que mais parece um queijo suíço tal é a quantidade de buracos, deitou tudo a perder e ofereceu 2 golos de vantagem aos minhotos. Numa primeira parte muito centrada no meio-campo, o Braga marcou cedo (12′) por intermédio de Rui Fonte depois de uma falha de comunicação de Chidozie e Helton. Esperava-se uma resposta forte do FC Porto mas o Braga soube fechar as linhas de passe e obrigou sempre os Dragões a jogarem longe da baliza de Marafona, facilitando a gestão de toda a primeira parte.

André Silva proporcionou ao FC Porto sonhar com a vitória

"Bis" de André Silva levou o jogo para prolongamento
“Bis” de André Silva levou o jogo para prolongamento

No reatar da partida José Peseiro arriscou, tirou um central, Chidozie, e lançou o médio Rúben Neves, o que acabaria por desequilibrar o meio-campo a favor dos portistas, aliás, no segundo tempo o campo parecia estar inclinado para a baliza do Braga, tal foi a intensidade imposta pelos azuis-e-brancos. Contudo e em mais um erro inadmissível de Marcano, o Braga aproveitou para aumentar para 2-0 por intermédio de Josué (58′). Curiosamente o golo teve o condão de “enfurecer” o Dragão, que logo de seguida (61′) reduziu por intermédio de André Silva. O FC Porto cresceu, foi para cima do adversário e depois de muito tentar conseguiu a igualdade, já em tempo de descontos, num magnífico pontapé de bicicleta de… André Silva!

Nas grandes penalidades, Marafona brilhou e o SC Braga ganhou!

Os 30 minutos do prolongamento acabaram por ser o espelho do tempo regulamentar, com o FC Porto a dominar e o Braga a gerir o empate, muito condicionado pelo desgaste físico e anímico. Com a igualdade no marcador, a Taça foi decidida na marca dos onze metros, onde acabou por ser mais feliz a equipa bracarense, depois de Marafona ter defendido os remates de Herrera e de Maxi.

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