Dia 1 de outubro, foi a data escolhida pelos técnicos do INEM para demonstrarem o seu descontentamento pela falta de conclusão na negociação sobre a carreira que estava a decorrer com o Ministério da Saúde, através da realização de uma greve nacional.

Descontentes com o rumo tomado nas negociações sobre a carreira, os técnicos do INEM convocaram greve nacional para o primeiro dia de outubro. Apesar da greve, o instituto garante que tomará as providências necessárias para manter a operacionalidade necessária para prestar socorro de emergência médica.

Luís Pesca, dirigente da Federação Nacional de Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, em declarações à lusa declarou que “Os trabalhadores do INEM reivindicaram uma carreira, houve um compromisso por parte do Ministério da Saúde para a revisão e negociação da carreira e, lamentavelmente, na semana passada, o secretário de Estado Adjunto da Saúde informou-nos que esta carreira não ia ver a luz do dia nesta legislatura”.

Já o Instituto de Emergência Médica apela aos seus profissionais que se lembrem do seu compromisso ao assumir a sua principal função como técnicos de garantir a “prestação de auxílio de emergência médica em condições de respeito pela expectativa pública de prontidão e efetividade”.

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