Já se foi Junho e Julho. Resta Agosto. São os últimos 31 dias para gozarmos deste Sol e da boa disposição que enche alguns e falta a outros.

Cada Verão é diferente. Cada um faz dele o que quer. Há quem vá para a praia, se descuide com o Sol, e fique em modo lagostim. Não devia ser assim. Não queiramos pôr o bronze à frente da saúde. Até parece que não sabemos que o buraco de ozono já não protege o que protegia. Os raios são cada vez mais malignos. Raios os partam.

Mas, para quem fica a trabalhar, a estudar, faz voluntariado ou simplesmente não quer enterrar-se na areia ou molhar-se no sal do mar, pode trocar o sal pelo açúcar, e sentir-se na praia. Como? Basta comer uma bela bola de Berlim. Que são originárias de Viena, Áustria. Com ou sem creme. Isso já não é comigo. Na verdade,  não se ouve os vendedores a regatear (que palavra gira) mas sente-se a textura da bola, bolinha, como chamam. O creme amarelo. Sim, porque o de chocolate já não é clássico. O açúcar. Sim, esse tal, o pesadelo de muitos e a delícia de todos.

Há que ficar rendido, porque não somos de ferro. E as pastelarias agradecem.

TR

Tomás Rosa, estudante na Escola Superior de Comunicação de Lisboa 

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