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Esta falha no YouTube foi divulgada pelo site TorrentFreak e, apesar de ser muito aproveitada por sites de pornografia, também será possível alojar conteúdo pirata. A Google ainda não comentou sobre o assunto e, aparentemente, ainda não corrigiu o problema.

Com os vários problemas legais e de conteúdo protegido que a Google pode ter, é do conhecimento de todos que ao fazer upload de um vídeo para a plataforma YouTube, a empresa tem um sistema de reconhecimento de conteúdo ilegal.

Mas parece que não é perfeito e há quem se esteja a aproveitar deste “backdoor”, como é o caso dos sites de pornografia que têm alojado os vídeos nos servidores da Google.

A falha tem sido aproveitada porque os vídeos são carregados em privado e depois é gerado um link de visualização que pode ser incorporado em outros websites, para que seja visualizado de forma direta.

Como os vídeos se mantêm em privado e não são listados nas playlists do YouTube, não são verificados pelo sistema utilizado pela plataforma da Google.

Este problema tem sido aproveitado pelas empresa relacionadas com a pornografia para alojar os seus vídeos, mas são incorporados nos sites próprios e, assim, podem ser visualizados pelos seus visitantes nos respetivos sites e mesmo assim ganhar dinheiro.

No entanto, as produtoras de vídeos para adultos têm enfrentado alguns problemas para combater os vídeos que não têm autorização para serem reproduzidos noutras plataformas, já que, segundo o TorrentFreak, desde a denúncia até à remoção do vídeo pode demorar até três semanas.

As produtoras sugerem que os vídeos privados não deveriam ser permitidos incorporar em outros sites, uma decisão que a Google ainda pode tomar. O site contactou a empresa sobre este assunto, mas não houve qualquer comentário oficial.

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