foto: Sports images/Christian Bourget
Fabio Quartararo, da Monster Energy Yamaha MotoGP, fez vibrar os adeptos em Le Mans ao conquistar um sólido sexto lugar no Grande Prémio de França. O seu companheiro de equipa, Álex Rins, saiu de uma batalha renhida com vários rivais, terminando em 12º.
Quartararo, com uma pintura especial de Le Mans, largou em 5º e chegou ao 2º lugar em poucas curvas. Pilotou de forma agressiva e defensiva, mas teve de ceder a posição a Pedro Acosta no final da segunda volta. Mais quatro rivais ultrapassaram El Diablo nas oito voltas seguintes. Com Francesco Bagnaia a abandonar na volta 16 e Joan Mir na volta 20, Quartararo cruzou a meta em 6º, a 7,756s do primeiro classificado.
Rins largou em 11º, a sua 150ª corrida na categoria principal, mas perdeu posições na primeira volta. Com a queda de Alex Márquez e a queda de Diogo Moreira, o piloto número 42 já ocupava a 17ª posição na terceira volta. Passou o resto da corrida a batalhar com os companheiros de equipa da Prima Pramac Yamaha MotoGP e com Franco Morbidelli. Vários abandonos de outros rivais fizeram com que Rins cruzasse a linha de meta em 12º, a 32,343s do vencedor.
FABIO QUARTARARO (#20 Monster Energy Yamaha MotoGP™)-P6: “Tivemos de travar com muita suavidade, e é aí que consigo fazer a diferença. Acho que hoje foi a primeira corrida em muito tempo em que me senti assim. Consegui esforçar-me ao máximo, e acho que isso foi muito bom, principalmente na primeira volta. Estava tudo mais equilibrado, era mais fácil ultrapassar, e conseguia sentir melhor o limite, por isso, sim, foi ótimo. Vamos ver o que acontece noutros traçados de pista.”
ÁLEX RINS (#42 Monster Energy Yamaha MotoGP™)-P12: “Foi muito difícil. A meio da corrida, não consegui engrenar a mudança certa. Embora o problema se tenha resolvido mais tarde, isso custou-me algumas posições. É uma pena que o fim de semana de corrida tenha terminado assim, depois de uma boa sexta-feira. Agora vamos concentrar-nos em Barcelona.”
Massimo Meregalli (Diretor de Equipa): “Mais uma vez, o GP teve duas histórias distintas para nós. Começando pelo lado positivo: Fabio optou pelo pneu dianteiro macio, visando explorá-lo na primeira volta para se aproximar o mais possível da frente. Esta escolha de pneus deixou-nos apreensivos, pois temíamos que o pneu perdesse rendimento, mas no final, o Fabio conseguiu extrair o máximo do nosso conjunto hoje, e este sexto lugar é um resultado muito encorajador para ele e para a equipa. Já Álex voltou a ter uma corrida difícil. Apresentou altos e baixos ao longo da prova. Analisaremos todos os dados enquanto nos preparamos para o GP da Catalunha na próxima semana.”

































