Boavista perdeu em casa (0-2) diante do Marítimo adiando assim o objectivo “permanência”

Um triunfo garantia o grande objectivo da época aos axadrezados, e como tal, o Boavista entrou de forma autoritária no jogo. Com total ascendente e perante um Marítimo que começou a partida na expectativa, os primeiros quinze minutos pertenceram por completo aos da casa, embora a primeira grande oportunidade de golo tenha pertencido aos insulares, aos 16 minutos, com Marega a cabecear à trave. Curiosamente a partir deste lance o Marítimo cresceu e o Boavista recuou, perdendo o controlo da partida e evidenciando sinais de intranquilidade com o passar dos minutos. Até ao intervalo o Marítimo teve mais posse de bola e esteve perto de inaugurar o marcador, ainda assim a equipa axadrezada mesmo com uma defesa muito trapalhona manteve o nulo.

Mika sofre o primeiro golo aos 54  minutos
Mika ficou “pregado” ao chão no primeiro golo aos 54 minutos

No reatar da partida, o Boavista entrou melhor (novamente), mais dinâmico e com passes curtos, mas acabou por ser a equipa insular a chegar ao golo. Aos 54 minutos, num lance de pura desconcentração defensiva, Éber Bessa cabeceou em arco fazendo a bola passar por cima do guardião Mika, fazendo o 1-0. Pouco depois Petit mexeu na equipa fazendo entrar Marek Cech e Bobô e o jogo mudou. O Boavista ganhou o meio-campo e foi muito mais acutilante no ataque, obrigando o Marítimo a baixar as linhas e a jogar bem atrás, não conseguindo sair para o ataque. Com o perigo a rondar sempre a baliza de Salin, o Boavista não era feliz na finalização, foi o Marítimo que voltou a marcar e matou o jogo. Se no primeiro golo o guarda-redes Mika não ficou muito bem na fotografia, no segundo golo voltou a comprometer. Aos 89 minutos o maritimista Alex Soares após roubar a bola no meio-campo, viu o adiantamento (desnecessário) do guardião Mika e fez um golo de belo efeito num “chapéu” perfeito.

O resultado final acaba por não ser o mais justo face ao equilíbrio da partida, ainda assim a vitória dos madeirenses aceita-se pela eficácia demonstrada.

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