foto: Kiril Janackov
A primeira corrida sprint da história no Balaton Park terminou com os dois pilotos de fábrica na zona de pontuação. Marco Bezzecchi foi um dos protagonistas da qualificação, conquistando um excelente segundo lugar na grelha de partida após passar da Q1 para a Q2. No entanto, na corrida de sprint, um contacto na primeira curva obrigou-o a perder várias posições, chegando mesmo à oitava posição. Apesar do contratempo, terminou em sétimo, mas sem conseguir expressar plenamente o potencial demonstrado na qualificação.
Jorge Martín, que partiu da décima sétima posição da grelha, fez uma primeira volta excecional, que o lançou para a décima segunda posição. O piloto espanhol continuou a sua recuperação com determinação, lutando consistentemente na zona de pontuação e terminando em nono lugar.
MARCO BEZZECCHI (#72 Aprilia Racing)-P3: “Diverti-me na qualificação e acabei por fazer um bom tempo. Infelizmente, episódios como o do arranque podem acontecer, especialmente com uma primeira curva tão apertada. No geral, as coisas correram-me bem, porque podia ter sido atingido em cheio, mas no final consegui levantar a moto. Infelizmente, depois disso, perdi muitas posições, por isso fiz o máximo que pude.”
Jorge Martin (#1 Aprilia Racing)-P4: “A primeira curva foi bastante caótica. A partir daí, comecei a procurar o meu espaço, ultrapassando alguns pilotos e continuando a minha recuperação aos poucos até chegar à nona posição. Foi uma boa batalha. Estou a dar passos em frente em termos de confiança com a dianteira, embora ainda me falte um pouco de aderência na traseira. O lado positivo é que começo a sentir o limite da RS-GP25 e a perceber onde precisamos de melhorar, para me poder concentrar mais nesses pontos. Estou cada vez mais confortável com a moto.”
Fabiano Sterlacchini ( Diretor Técnico): “O dia começou bem porque fizemos um excelente trabalho na análise ontem à noite e resolvemos uma série de problemas que nos permitiram qualificar-nos em segundo com o Marco, além de conseguirmos um bom ritmo no TL2, tanto com ele como com o Jorge. Infelizmente, o arranque condicionou um pouco o resultado do Marco. Sem este problema inicial, ele teria conseguido terminar mais à frente, mas estas são situações comuns nesta modalidade. O Jorge fez o tipo de corrida que esperávamos – útil para ganhar experiência, fazer alguns quilómetros e, em termos de pilotagem, permitindo-lhe conhecesse a moto cada vez melhor.”

































