Com o final de mais um ano impõe-se fazer o balanço do que passou e retirar dele os aspetos mais positivos ou negativos. Para Portugal o ano não correu mal de todo, em termos desportivos, conseguimos vencer o Europeu de futebol, Ronaldo foi designado o melhor jogador do ano e Fernando Santos ganha o mesmo título na área de melhor selecionador nacional. Na política nacional Marcelo será o Presidente com maior notoriedade de todos os tempos, a gerigonça funcionou e até conseguimos baixar o défice, para grande orgulho nacional, Guterres foi eleito secretário-geral da ONU.

No resto do mundo sucederam-se tragédias, umas mais naturais que outras. De sismos, a tsunamis, de furacões a vulcões… De quedas de aviões a atentados terroristas e, serão mesmo estes os grandes eleitos como acontecimento do ano. A forma como o mundo encara a sua segurança mudou completamente, os vários ataques terroristas que se fizeram sentir em várias cidades europeias, fez com que os valores de segurança que há décadas vigoravam na Europa fossem postos em causa.

Neste último ano o Mundo mudou, mesmo que ainda não nos apercebamos disso, o efeito do terrorismo islâmico, parece incontrolável, a onda de terrorismo que todos os dias mata gente por todo o mundo, e deixou milhares de refugiados espalhados por essa Europa fora são sinais da irremediável situação em que nos encontramos, sem parecer haver uma resposta imediata. Resta esperar que 2017 traga essa resposta e que a vitória dos valores democráticos prevaleça contra o sentimento de medo e insegurança que insistem em aniquilar o mundo.

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