O motard português Paulo Gonçalves encerrou sábado a participação na edição 2015 do Rali Dakar como segundo classificado, igualando o melhor resultado de um português (Ruben Faria, em 2013) na prova rainha de todo-o-terreno.

Aos comandos de uma Honda, o piloto português, campeão do mundo de todo-o-terreno em 2013 e vice-campeão em 2014, mostrou-se feliz pela conquista da segunda posição da geral, lamentando no entanto o problema ocorrido na 10.ª etapa, que o obrigou trocar de motor e o penalizou em 15 minutos.

“Devo estar contente com o meu segundo lugar. Foi um lugar muito disputado. Eu comecei o rali precisamente aqui (em Buenos Aires) com a segunda posição, mantive-me segundo e terceiro em todo o rali e houve uma altura que tive na luta com o Marc (Comà), mas com o problema no motor acabei por ficar de fora dessa luta”, afirmou o piloto português, em declarações à sua assessoria de imprensa.

image_1_1421539334O piloto da Honda teceu também grandes elogios a todo o Staff que o acompanhou ao longo das 13 etapas da prova, em especial para os companheiros de equipa Hélder Rodrigues, Joan Barreda e Jeremias Israel, sem os quais, diz, não seria possível ter chegado até ao fim.
“Acho que tenho os melhores colegas de equipa do mundo. Obrigado ao Barreda, obrigado ao Hélder Rodrigues e obrigado ao Jeremias Israel, porque se não fossem eles, possivelmente, não estaria aqui hoje a celebrar, pois após o problema na etapa maratona eles foram decisivos para eu poder continuar”, concluiu.

Paulo Gonçalves terminou a participação no Dakar a 16 minutos do vencedor, o pentacampeão espanhol Marc Comà (KTM), e com cerca de sete minutos de vantagem sobre o terceiro classificado, o australiano Toby Price (KTM).

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