Acrescentou ainda que os países se tornam mais fortes “quando podem ouvir as vozes e opiniões de todos os cidadãos”.

A primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, defendeu na China a necessidade de respeitar os direitos humanos universais, incluindo o pleno acesso à informação e às liberdades de expressão e culto.

Michelle Obama encontra-se em Pequim, a primeira etapa de uma visita de uma semana à China, acompanhada pelas duas filhas, Malia e Sacha, e pela mãe, Marian Robinson. No seu discurso perante estudantes norte-americanos e chineses no Centro Stannford da Universidade de Pequim, a primeira dama elegeu a liberdade de expressão como temática central.

“Quando se trata de nos expressarmos livremente, de rezar a quem escolhemos e de ter acesso aberto a informação, acreditamos que esses são direitos universais, um direito de nascimento de cada pessoa neste planeta”, afirmou.

Para Michelle Obama, uma informação que circule livremente e a que se possa aceder é imprescindível na descoberta da verdade: “percebemos o que de verdade ocorre nas nossas comunidades, no nosso país, no nosso mundo”. Acrescentou ainda que os países se tornam mais fortes “quando podem ouvir as vozes e opiniões de todos os cidadãos”.

As palavras da primeira dama têm uma importância especial ditas na China, onde a censura mantém bloqueadas redes sociais estrangeiras como o Facebook e o Twitter, assim como as páginas na Internet de vários meios de comunicação.

Agência Lusa
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