A questão da recondução ou não recondução de Joana Marques Vidal, atual PGR, tem levado ao rubro todo um painel de analistas e a bancada do PSD, liderada por Hugo Soares.

A recondução é algo que não deveria em termos constitucionais ser tida em conta, o mandato é de seis anos e não existe será inconstitucional renová-lo, mas por norma não acontece. Um outro tema é se estará a atual procuradora fragilizada para concluir o seu mandato até outubro, após as declarações da ministra da justiça. A fragilidade de Joana Marques Vidal não se põe agora, põe-se desde a altura em que assumiu o título de “Procuradora que enfrentou os poderosos”, isto remete-nos é claro, para o caso Sócrates, mas não só. Pena é que esses “poderosos”, se tenham ficado pelos rostos PS, pois não se verificou o mesmo em relação ao caso deixado passar em claro da Tecnoforma, ou mesmo na questão dos submarinos.

Joana Marques Vidal foi um incómodo para o PS mas a outra leitura é a de que nunca se mostrou ao nível que se exigia para o cargo representado. A isenção e clareza não estiveram presentes nas suas ações, não falta agora o enaltecimento das suas funções, por parte da direita que não vai deixar esquecer este caso apontando-o como uma fraqueza de António Costa.

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