O atleta português atingiu a marca de 7,70 metros.

O português Marcos Chuva ganhou na passada quarta-feira o concurso do salto em comprimento do meeting Copenhagen Athletics Games, com 7,70 metros, marca registada com vento nulo.

O saltador, que tem um recorde pessoal de 8,34 e 8,05 feitos esta época, é um dos grandes ausentes da seleção portuguesa para os Europeus de Zurique (12 a 17 de agosto), ao não ter confirmado os mínimos no período estabelecido.

Chuva – que esteve lesionado nas últimas semanas – deveria ter saltado, entre 12 de julho e o passado domingo, pelo menos 7,80 metros, mas não o conseguiu. Na última oportunidade, no sábado, no estádio 1.º de Maio de Lisboa, ficou a cerca de 40 centímetros do objetivo.

Agora, aproximou-se consideravelmente da chamada “marca de referência” (uma estreia, este ano), mas já fora de prazo, já que a lista final de inscritos foi enviada domingo à noite para Zurique.

Antes de ter estado lesionado, superou os mínimos ainda na época de Inverno e por quatro vezes saltou acima desse referencial de 7,95. Marcos Chuva fez em Zurique três saltos nulos e três válidos, a 7,70 (0,0 de vento), 7,60 (-0,5) e 7,39 (-0,1).

 Em segundo, na prova de Copenhaga, ficou o russo Dmitry Bobkov (7,60) e em terceiro o dinamarquês Morten Jensen (7,39).

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