FC Porto encerrou as contas da Liga NOS com uma vitória folgada (4-0) diante do Boavista.

Dragões e Panteras entraram em campo sem pressões, num encontro em que apenas estava em jogo o orgulho e a rivalidade saudável existente entre as duas equipas da cidade Invicta. Num horário nada habitual em Portugal, jogar às 11:45h leva-nos a pensar na Liga Inglesa, o público ocorreu de forma positiva, é certo que o Dragão não encheu e outra coisa não seria de esperar depois de uma época tão negra para os portistas, ainda assim foram 26.122 que marcaram presença no adeus à Liga 15/16.

A partida começou com domínio azul-e-branco, remetendo os boavisteiros para o último terço do terreno embora sem criar grandes situações de golo, mas o suficiente para à passagem pelo minuto 11 o marcador funcionar pela primeira vez, num lance feliz para Danilo que após vários ressaltos conseguiu encostar para o fundo das redes. Os adeptos empolgaram-se mas por pouco tempo, o golo adormeceu o Dragão e galvanizou os axadrezados que a espaços começaram a chegar perto da baliza de Casillas, acabando por ser injusto a vantagem portista ao intervalo.

Rúben Neves e Brahimi saltaram do banco e revolucionaram o FC Porto

André Silva passou por Mika e fez o 4-0
André Silva passou por Mika e fez o 4-0

Fruto das alterações operadas no reatar da partida, os azuis-e-brancos assumiram de vez a partida e controlaram por completo o jogo. Com maior rapidez na circulação da bola e com constantes desequilíbrios, rapidamente os portistas começaram a ameaçar a baliza de Mika, deixando antever que mais golos iriam surgir, e assim foi. Layún aos 56’num remate bem colocado e após assistência de André Silva fez o 2-0, Brahimi aos 85′ na conversação de uma grande penalidade fez o 3-0 e finalmente e para o gáudio dos adeptos, o “menino” da casa André Silva, que tanto lutou para conseguir marcar, fechou o resultado após contornar o guardião boavisteiro e colocar a bola no fundo das redes. Destaque para este último golo, não só por ter sido o primeiro de André Silva na equipa principal, mas sobretudo pela explosão de alegria de todo o estádio e dos próprios jogadores, que festejaram o tento como se de um título se tratasse.

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