Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD, desafiou esta sexta-feira os partidos que não concordam com as medidas identificadas para reduzir a despesa do Estado a apresentarem alternativas, recordando que as propostas ainda estão abertas.

Segundo Jorge Moreira da Silva, quem discorda das medidas identificadas durante a 7.ª avaliação da ‘troika’ tem a “obrigação” de apontar quais são essas medidas, indicando “medidas substitutivas” e o respetivo impacto financeiro.

Na quinta-feira, o ministro Paulo Portas disse que era “politicamente incompatível” com a Taxa Social Única (TSU) dos pensionistas”, garantindo que nenhum limite foi ultrapassado.

O dirigente social-democrata recordou ainda que as medidas de reforma estrutural têm uma “natureza aberta”, de forma a que “todos os partidos possam, tendo propostas, substituir essas medidas”.

O responsável partidário falava hoje aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação pública da candidatura de Rogério Bacalhau Coelho (PSD) à Câmara de Faro, à qual presidiu.

“Não é possível termos um debate em que há apenas uma parte que propõe, partindo do pressuposto que isso apenas diz respeito ao Governo”, sublinhou.

LUSA

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